Este post refere-se ao desafio 101 coisas em 1001 dias.
#47 – Já escrevi a minha carta “If something dire ever happens to me”! Talvez ainda volte a ela, para lhe dar uns retoques, mas isso tem de ser daqui a uns dias, quando já não me lembrar tão bem do que lá escrevi. Mas todas as ideias principais estão escritas. Não está nada de especial, é como uma outra carta qualquer, com excepção de que não a vou enviar a ninguém, vou acrescentá-la ao meu diário, ou assim.
É interessante e de certa forma instrutivo escrever uma carta assim, no fundo de despedida de todos aqueles de quem gostamos, porque nos faz pensar em quem (e o quê) é que realmente nos interessa. O pensamento deriva depois para algo como “E será que estou a fazer o suficiente para mostrar a todas e a cada uma dessas pessoas o quanto são importantes para mim? Será que estou a aproveitar o facto de estar aqui com elas e de elas também aqui estarem para mim? Será que estou a aproveitar a minha vida a fazer aquilo de que gosto, ou estou a desperdiçá-la com alguma coisa que não me interessa nada?”. E estas reflexões acordam-nos dum torpor, despertam-nos para a urgência de viver a vida enquanto podemos.
E é mesmo isso que tenciono fazer! Viver a vida enquanto posso e não pensar demasiado na morte: e é por isso que vou guardar a minha carta de despedida e não pensar mais nela! :P
#57 – Uuuui, isto é que foi um picnic, não foi, N.? :D Só espero que não tenhas ficado com fome!:P
#66 – Fazer Brigadeiros é tão fácil! Não percebo porque é que as minhas tentativas anteriores saíram tão mal! Usei uma receita da sarss:
-1 lata de leite condensado
-2 colheres de sopa de chocolate em pó (eu usei o Nesquik normalíssimo)
-1 colher de sopa de manteiga
-chocolate granulado
Colocam-se os ingredientes numa caçarola e levam-se ao lume.
Deixa-se ferver e mexe-se até se despegar do fundo da caçarola.
Tendem-se uma bolinhas que se envolvem em chocolate granulado.
Os meus apontamentos:
-Deixar ferver um bom bocado, mexendo sempre, porque o leite condensado tem de ficar bem cozido.
-Deixar arrefecer at´ser possível moldar as bolinhas e, para as moldar,
-humedecer as mãos em óleo para não se ficar com a “massa” agarrada às mãos.
Ficaram óptimos, aliás, já acabaram! (Nããã, eu não gosto nada de guloseimas, principalmente chocolate e leite condesnsado! Nada, nada!)
#76 – Huuum, esta tarefa já foi feita, mas continua a ser segredo! ;)
#78 – Ahah! Memorizei um poema sim senhor! E nem foi um poema português (isso era ainda mais fácil, não era?:P)!
Ora aqui vai. Vou escrevê-lo de cor e depois é que vou verificar se está bem. Se não estiver, apago isto porque a tarefa afinal não está concluída! :P
Leisure, by William Henry Davies
What is this life if, full of care,
We have no time to stand and stare.
No time to stand beneath the boughs
And stare as long as sheep or cows.
No time to see, as woods we pass,
Where squirrels hide theis nuts in grass.
No time to see in broad daylight,
Stream full of stars, like skies at night.
No time to turn at Beauty’s glance,
And watch her feet, how they can dance.
No time to wait till her mouth can
Enrich that smile her eyes began.
Poor life this if, full of care,
We have no time to stand and stare.
